Modelo de empresa em ascensão

Meu Próprio Negócio – Luciana Fuoco – 30/01

Com numero crescente de adeptos tanto de franqueados quanto de novas opções de marcas, franquias de baixo investimento atendem mesmo aos que têm pouco para empreender

O desejo de ter o próprio negócio permeia o pensamento de grande parte da população brasileira. No entanto, encarar esse desafio requer não só planejamento como também uma boa dose de coragem. Para aqueles que têm receio de dar esse passo em um voo solo, especialmente em momentos de incerteza econômica, as franquias são uma opção mais segura. Nesse universo, o modelo de microfranquias consolida-se como a porta de entrada perfeita para o empreendedorismo.

O modelo de negócio formatado, cujo investimento inicial não passa de R$ 80 mil, não para de ganhar novas marcas, nos mais variados segmentos, e sua expansão deve-se especialmente à nova classe média, que descobre no empreendedorismo uma alternativa para ter uma vida melhor e mais tranqüila.

A classe C não quer mais se limitar à posição de grande consumidora. Agora, sua meta é estar do outro lado do balcão. “Os negócios estão sendo alavancados por esse perfil de empreendedor, que vê nas microfranquias uma maneira viável e mais segura de ter um negócio próprio”, diz Edson Ramuth, diretor de microfranquias da Associação Brasileira de Franquias (ABF). Ele informa que existem microfranquias em todas as áreas, mas as redes de serviços são as que mais se destacam nesse esse perfil de investidor. “Há uma maior procura por serviços domiciliares em geral, desde a parte de reparos e limpeza até depilação em casa”, informa.

Em 2013, segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), as microfranquias registraram crescimento em número de unidades de 29% em relação ao ano anterior e 31% em faturamento. Nesse mesmo ano, o segmento passou a responder por 5,11% da receita total do setor de franchising (em 2012 era 4,4%) e movimentou R$ 5,9 bilhões. Atualmente, são 384 marcas em operação, o que representa um avanço de 4% em relação a 2013 e em número de unidades, a soma de 17.197.

Para quem está disposto a investir nesse modelo, a principal orientação é ter cautela e pesquisar bem o mercado e as redes antes de assinar o contrato. Afinal, dinheiro não aceita desaforo e, como em qualquer negócio, sempre há riscos.

Crescimento rápido

Foi o que fez a fonoaudióloga Daniele Batista, pesquisou o mercado antes de decidir abandonar a atuação clínica em sua área de formação para tornar-se uma empreendedora em um nicho que não tinha conhecimento, o de corretagem de seguros. Ela conta que virou telespectadora regular de programas televisivos com foco em empreendedorismo e, cada vez mais, sentia-se atraída pelo universo. No entanto, encontrava apenas franquias com investimento inicial aquém de suas possibilidades. “Um dia recebi da franquia San Martim um e-mail-marketing e, como vi que se tratava de uma alternativa de investimento compatível com o que podia dispor, decidi conferir o mercado”, conta a fonoaudióloga. Após algumas pesquisas, ela constatou que se tratava de um setor em crescimento no País e a marca, apesar de nova no franchising, era um nome sério no mercado e com larga experiência na atividade. “A San Martim tem mais de 20 anos de know-how e isso me deu segurança para aderir à marca, o que aconteceu em abril de 2014”, informa Daniele.

Ela diz que foi com a mão na massa que pôde comprovar o compromisso e a lealdade que a franqueadora dedica a cada uma de suas unidades. “Com o apoio da rede, em quatro meses de funcionamento recuperei o investimento inicial, de cerca de R$ 23 mil”, afirma. Atualmente, no sétimo mês de atividade, sentindo-se segura com relação à rentabilidade do negócio, que lhe proporcionou um aumento de 200% no que ganhava como fonoaudióloga, a franqueada decidiu deixar o modelo home office e investir em um espaço exclusivo para operar sua unidade. “Até fevereiro de 2015, devo estar instalada em um prédio comercial no centro da cidade de São Gonçalo (RJ), onde moro”, comemora Daniela.

Na avaliação da empresária, o fato de a rede se envolver nas ações de cada franqueado e acompanhar suas necessidades específicas são pontos que favoreceram o bom desempenho de sua unidade. “Quem não quer ter segurança para abrir e conduzir o seu próprio negócio “, coloca a franqueada, informando que a franquia oferece suporte quinzenal de reuniões estratégicas de vendas e novos esclarecimentos sobre o funcionamento dos produtos que vende e do negócio como um todo. “Esse suporte vai desde ensinamentos de como abordar um cliente até a divulgação de material de marketing”, esclarece a franqueada.

As unidades da San Martim trabalham oferecendo e administrando apólices de proteção de bens e também de saúde e de vida, representando as principais seguradoras do Brasil. “Meu trabalho é contatar os clientes e vender os produtos. Para isso, primeiro levanto as necessidades de cada um e identifico o melhor tipo de seguro e cobertura, dentro das suas condições financeiras. Faço tudo com muita responsabilidade, afinal, é uma venda que não pode gerar surpresas desagradáveis aos clientes no momento do sinistro, quando de fato o serviço será útil e necessário”, detalha a empreendedora.
Daniele explica que os franqueados da marca têm à sua disposição um sistema multicálculo em que a resposta é dada em apenas cinco minutos, uma ferramenta de que nem todas as seguradoras dispõem. Ainda assim, ela informa que um dos desafios é reduzir esse tempo para não correr riscos de perder a venda, que também acontecem por impulso. Para alcançar o sucesso em suas investidas, Daniele esmera-se no atendimento ao cliente para ganhar sua confiança e garantir o envio de sua proposta.

Para 2015, as expectativas são boas. “Como já adquiri um ponto comercial, com a mudança e uma postura mais profissional, a ideia é adotar uma nova estratégia de divulgação. Para isso, primeiro devo contratar colaboradores e melhorar o atendimento interpessoal”, finaliza a franqueada.

De funcionário a franqueado

Gabriel Rillo Vieira, que foi funcionário da rede Sigbol, marca focada na oferta de cursos para a área de moda, por conhecer internamente o funcionamento da franquia, não teve nenhuma insegurança em tornar-se seu franqueado. “Eu já trabalhava na empresa há certo tempo como supervisor comercial e sempre tive vontade de ter o meu próprio negócio. Como já conhecia o produto e sabia que era rentável, comecei a estudar a questão até colocar o plano em prática, em 2013, quando a marca lançou um modelo de negócio mais acessível”, coloca. No mesmo ano, Vieira abriu sua unidade na cidade de Taubaté, interior de São Paulo.

A Sigbol ingressou no sistema de franquia em 2011, comercializando o modelo Full, cujo investimento inicial é de R$ 93.050. Em 2013, a rede decidiu lançar um novo modelo de negócio, o Smart, para atender à demanda de municípios com 150 mil e máximo de 300 mil habitantes. O modelo consiste em operar salas de aula menores, com cinco meses e dimensionada para 90 alunos.

De acordo com Vieira, os pontos positivos da rede são a qualidade do ensino, o tratamento ao aluno, o método individualizado e a possibilidade de início imediato no curso, além dos 30 anos de tradição da marca. “Entrei na empresa há sete anos, como atendente na unidade matriz. Consegui me destacar e fui crescendo gradativamente. Passei por diversos cargos até sair da empresa como supervisor comercial e abrir a minha própria unidade”, relata.

Desde a inauguração do negócio, ele vem registrando melhor desempenho mês a mês e hoje tem mais de 100 alunos, que são constantemente favorecidos por novas parcerias com faculdades de moda, lojas de aviamento e tecidos e, inclusive, sindicatos, como o dos metalúrgicos, para atingir famílias e parentes de trabalhadores que queiram fazer um curso na área. Ele informa que a etapa mais difícil foi a escolha do ponto comercial, o que levou seis meses até conciliar preço e localização. “Eu procurava um local adequado, que pudesse se encaixar ao perfil dos alunos e fosse de fácil acesso para eles”.

Para Vieira, o sucesso da empreitada se dá principalmente por seu cuidado em sempre estar presente no dia a dia da unidade. “Não adianta contratar um atendente, oferecer as ferramentas necessárias e não estar fisicamente presente para acompanhar seu desempenho, o andamento do negócio, os telefonemas recebidos e o atendimento. O proprietário tem de trabalhar lado a lado com os funcionários e os professores”, afirma. Na sua avaliação, o produto que vende é particularmente importante para quem o compra.

“Cada matrícula que vendemos representa o sonho do aluno de mudar de vida. Muitas pessoas, que anteriormente não tinham uma profissão ou uma renda, saem da escola com outra perspectiva de futuro”, diz, enfatizando a importância de toda a operação correr bem e corresponder às expectativas dos clientes.

O empresário garante que o setor é excelente e pode ser explorado de várias formas. “Atuamos em uma rua que só tem lojas de tecidos e aviamento, o que permite explorar a vizinhança como parcerias. Além disso, o consumo de itens de vestuário aumentou muito”, garante.

Para 2015, o desafio de Vieira é manter sua política de proximidade com a operação, já que, diante da boa rentabilidade, ele se prepara para abrir sua segundo unidade, dessa vez em São José dos Campos, a maior cidade do Vale da Paraíba, em São Paulo. Seu plano é continuar com a mesma estratégia de estar presente todos os dias em todas as ações deflagradas pelas unidades e investir forte na divulgação da marca na região um ponto estratégico para o bom desempenho.

De olho nos pequenos empreendedores

No setor de alimentação, as paletas mexicanas (picolés artesanais) é uma das novidades que vêm ganhando a atenção dos brasileiros. Nestes últimos dois anos, várias empresas ingressaram no franchising dispostas a lucrar com as paletas. Em 2013, por exemplo, foram lançadas a El Paletero, a Los Paleteros e a Palecolé. Entre elas, a Palecolé foi a única que desenvolveu um modelo de microfranquia, oferecendo uma versão econômica do negócio para atender às cidades com menos de 50 mil habitantes.

Eusébio Delano Feld, que já conhece bem o sistema de franquia, à frente de duas unidades, cada uma em um segmento, quando conheceu a Palecolé ficou entusiasmado em aderir à marca. “Primeiro entrei no site e depois fiz contato por telefone e o atendimento e as orientações prestadas pelo franqueado me deram uma ótima impressão”, informa.

Feld inaugurou sua microfranquia da Palecolé em novembro de 2014, na cidade de Tramandaí (RS), e sua expectativa é crescer amparado pelo crescimento da marca no País. “A empresa nos deu todos os números do negócio de forma clara e transparente e também assinalou o potencial que poderíamos atingir com a qualidade do produto ofertado. Apesar de o negócio ser recente, já pude ver que eles estão bem estruturados para atender aos seus franqueados. Estamos tendo assessoria em todos os sentidos. Desde a compra dos freezers até a da Lixeira e a reposição do estoque, é tudo bastante simples, faço o pedido por e-mail, recebo da franquia uma cópia da compra para ser confirmada e, tão logo faço isso, o pedido é faturado e as paletas são entregues em dois dias”, detalha.

Para o franqueado, a única ressalva é quanto ao número de sabores da marca, que são 18 ao todo, cinco de frutas, quatro cremosos, cinco recheados e quatro especiais, variedade que poderia ser maior em sua opinião. Porém, ele informa que um ponto positivo nesse aspecto é que a marca procura incluir sabores típicos das regiões onde abre novas unidades.

Otimista com o potencial do negócio, Feld já considera abrir novas unidades da marca em outras cidades. “Assim que a franqueadora instalar a fábrica em Porto Alegre [RS), é certo que irei expandir minha área de atuação”, diz confiante.

Nos planos da Palecolé está o de futuramente lançar uma modalidade do negócio para ser operado por meio de carrinhos, com a proposta de atender também a demanda de festas, eventos e vendas itinerante, nicho que julga apresentar um bom potencial de expansão.

Caminho natural

Thiago Henrique Chagas de Souza é filho de um corretor de imóveis e uma arquiteta. Conclusão: ele sempre esteve em meio a reformas e construções. Trabalhar como projetista em um escritório de arquitetura foi tão natural para ele quanto decidir largar tudo e investir em uma microfranquia para atuar no setor que já dominava.

Em agosto de 2014, Souza abriu uma unidade da Master House Manutenções e Reformas, em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo (SP). A marca, que trabalha no modelo de microfranquia, chegou ao mercado em 2014, disposta a oferecer serviços de qualidade, capazes de garantir tranqüilidade a seus clientes com relação à confiança da competência e responsabilidade dos profissionais envolvidos.

Souza conheceu a Master House em uma feira de franquias. “Quando Allan Comploier, diretor e idealizador da rede, me apresentou o modelo de negócios, fiquei particularmente impressionado. Vi a possibilidade de ter bons colaboradores, pois a marca dispõe de um ótimo cadastro de profissionais e, assim, ter a segurança de prestar um serviço de qualidade, com o qual o cliente realmente fica tranqüilo em relação a quem entra em sua casa”, diz Souza.

Ele conta que ficou entusiasmado e foi sair da feira para dividir com sua mãe e irmã a idéia de aderir à marca com os três na sociedade. As duas toparam e bastou algumas reuniões para fecharem o contrato e partirem para a escolha do ponto comercial.

“A minha ideia de investir em uma microfranquia surgiu de experiências trágicas com profissionais autônomos, que realizaram serviços malfeitos e prestadores que receberam a primeira parte do valor acordado e depois sumiram, entre outras situações que vivem se repetindo nesse meio”, diz Souza.

No início, Souza teve muitas dúvidas e dificuldades, as principais relacionadas à contratação de mão de obra qualificada e aos fechamentos de contratos. Para ajudá-lo, a rede não só disponibilizou um banco de currículos, como também o auxiliou nas entrevistas para novas contratações, como aplicação de provas técnicas e, posteriormente, treinamento dos contratados. Já na área comercial, a Master apoia seus franqueados com ações como firmar diversas parcerias com fornecedores e profissionais do setor, entre outras. “Para mim, a maior vantagem de aderir a uma rede é a assessoria que ela dá para o negócio evoluir. Tivemos ajuda em todas as etapas, do ponto comercial até o funcionamento do negócio como um todo, principalmente de seu fundador”, faz questão de evidenciar o franqueado.

Ele conhece o mercado e sabe do potencial de demanda do setor de reformas e construção com relação aos serviços que, agora como franqueado, passa a oferecer. À frente de sua unidade, Souza oferece impermeabilização, serviços de alvenaria, manutenções e instalações elétricas, eletrônicas e hidráulicas, além de pintura, troca de portas e janelas, e pode até inclusive responder pela construção do imóvel ou por sua decoração.

“Os nossos clientes chegam por meio de indicações ou pela internet. Após a visita previamente agendada, enviamos o orçamento, sempre buscando apresentar ao cliente o melhor custo-benefício e informando sobre as formas de pagamento” detalha. Para a gestão, Souza conta com um excelente software fornecido pela franquia, todas as tabelas de preços de materiais e da mão de obra, os dados os prestadores de serviço credenciados, além do manual do franqueado.

Os pontos positivos da marca são a disponibilidade de toda a equipe da Master House Manutenções e Reformas em ajudar em tudo de que seu franqueado necessita. A franqueadora ainda oferece um excelente software de gestão, perfeitas tabelas com preços de materiais e mão de obra, banco de dados de profissionais, layout padrão do escritório, manual do franqueado e ainda firma várias parcerias interessantes para seus franqueados, além de realizar ações certeiras de marketing. “Parece impossível, mas estou realmente satisfeito até o momento com a infraestrutura do negócio. Tanto que não saberia sugerir a eles alguma melhoria” diz Souza.

Entre as conquistas de sua unidade, ele aponta recentes parcerias com arquitetos renomados do ABC e grandes construtoras e adianta que está elaborando um plano de estratégias para alcançar a meta de ser o maior faturamento da região do ABC, que inclui novas parcerias e investimento em divulgação.

Mais novidades no modelo

A Air ClimaClean, que foca na instalação, manutenção, limpeza e higienização de ar-condicionado, é outra opção de negócio que chega ao sistema de franquia na alternativa de microfranquia. A marca foi criada por um grupo de profissionais com larga experiência no setor e bagagem como executivos de multinacionais, dispostos a levar ao mercado um serviço de primeiro mundo. “Percebemos que havia nesse tipo de atividade muito despreparo por grande parte dos prestadores de serviço, então, ao longo de 18 meses, nos dedicamos a desenvolver o projeto de franquia da Air ClimaClean, que foi lançada oficialmente durante a Rio Franchising Expo 20U”, conta llanez Pereira, presidente da empresa. Ele assegura que há uma demanda consistente e crescente pela prestação de serviços padronizados e de alta qualidade nesse setor.

A opção por investir no modelo de microfranquias foi baseado em estatísticas que revelaram ser ele o mais promissor no sistema. “Além de esse formato ser vantajoso para o franqueador, ele é particularmente interessante também para o investidor, que não precisa mobilizar grandes recursos para ingressar na área e ainda assim pode alcançar uma boa rentabilidade”, coloca Pereira. Outro motivo que levou os executivos à preocupação de criar um modelo de negócio acessível foi a possibilidade de converter os prestadores de serviços do ramo em franqueados.

Para aderir à marca, o investimento inicial é a partir de R$ 44,8 mil. Como franqueado, o investidor tem todo o suporte necessário para estruturar sua unidade, treinamento de sua equipe e apoio técnico on-line, oferecido por meio de um canal exclusivo para os franqueados via e-mail, website ou telefone. Segundo o franqueador, o retorno do investimento pode ser obtido a partir do 10° mês e a rentabilidade do negócio gira em torno de 30% do faturamento bruto. A meta da Air ClimaClean é fechar 2015 com 50 franqueados.

Outra nova marca a ingressar no sistema de franchising brasileiro no modelo de microfranquia é a DocSystem Corporation. A marca tem atuação mundial e é uma das líderes no desenvolvimento de software de gestão de documentos, conteúdo e processos. Projetada para atender a qualquer organização, independentemente do seu ramo de atividade ou porte, a empresa é especializada na criação de soluções para o gerenciamento das informações.

A marca está presente no Brasil desde 2006, mas, até então, trabalhava com revendedores credenciados mais de 250 profissionais levando suas soluções para todos os estados brasileiros. De acordo com Lecivania Mariano Martins, vicepresidente de marketing e vendas da DocSystem, o motivo que levou a empresa a ingressar no franchising foi a necessidade que sentiu de passar a focar na comercialização de suas soluções com uma operação padronizada e previamente definida pela marca. “Formatamos o negócio e começamos a franquear em setembro de 2014”, informa.

Nesse curto período a DocSystem abriu 40 unidades. Grande parte delas veio da conversão de seus representantes em franqueados. “Optamos pelo modelo de microfranquias, pois é mais abrangente e, com isso, podemos oferecer oportunidade para pequenos empreendedores investirem em um negócio”, coloca Lecivania.

Dentro do modelo de microfranquias, a DocSystem oferece três categorias do negócio: a Silver (para regiões de até 200 mil habitantes), a Gold (para regiões de 200 a 400 mil habitantes) e a Platinum (para regiões acima de 400 mil habitantes). 0 investimento inicial varia de acordo com a categoria escolhida de R$ 15 mil a R$ 35 mil. “Os ganhos dos franqueados são de acordo com cada opção, mas, para ter uma ideia, no modelo Home Silver a margem de lucro prevista é de 56%, com faturamento mensal estimado em R$ 8 mil. Já no modelo Office Platinum a margem de lucro prevista é de 40%, com faturamento mensal estimado em R$ 27 mil”, exemplifica a executiva.