DST

DST - Uso de preservativo ainda é o melhor método para evitar as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)

Uso de preservativo ainda é o melhor método para evitar as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)

Dicas de Saúde A.C. Camargo Câncer Center

As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) podem levar a diferentes consequências, que vão desde incômodas inflamações até complicações mais sérias. As principais são: AIDs, clamídia, gonorreia, herpes genital, HPV e sífilis. De acordo com Dr. Levon Badiglian Filho, do Departamento de Ginecologia Oncológica do A.C.Camargo, todas essas doenças podem ser evitadas com o simples uso de preservativo.

AIDS e os jovens

A AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida), causada pelo vírus HIV, ainda é uma doença incurável, mas houve evolução nos medicamentos de controle. Porém, isso tem contribuído para que os jovens, principalmente, relaxem em relação à prevenção. Assim, o número de casos entre pessoas na faixa dos 18 aos 25 anos de idade vem aumentando.

Sífilis, clamídia e gonorreia

O sexo sem proteção pode transmitir não só a AIDS como também a sífilis, provocada por bactéria. Os primeiros sintomas são feridas nos órgãos sexuais e caroços nas virilhas, que chegam a desaparecer, mas a doença continua se desenvolvendo, levando a cegueira, paralisia e até a morte. Há ainda, entre as DSTs causadas por bactérias, a clamídia e a gonorreia. Nos dois casos aparecem infecções e o tratamento é feito com antibiótico.

HPV e herpes

Já entre as doenças virais está o HPV, que se manifesta em forma de lesões na vagina, no colo do útero, no pênis e no ânus. “Existem cerca 70 de tipos de vírus HPV associados ao câncer de colo de útero”, explica Dr. Levon, lembrando que há vacinas contra quatro vírus de HPV e que devem ser tomadas antes do início da vida sexual.
Outra DST viral é a herpes genital, que aparece em forma de bolhas na vagina ou no pênis e se manifesta sempre que a imunidade da pessoa baixar e o tratamento é realizado com antivirais. Mas atenção: diante de qualquer sintoma possível de DST, deve-se primeiramente consultar o médico.

Para mais informações, acesse o site www.accamargo.org.br

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Fonte: Dr. Levon Badiglian Filho, do Departamento de Ginecologia Oncológica do A.C.Camargo, CRM 94536.

Publicado em 01/10/201524